sábado, 31 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Artistas da Finlândia fazem performances em SP; veja programação
A performance artística finlandesa é o foco da mostra "Fin La! La! La!", que a partir desta sexta-feira (dia 9) exibirá cinco trabalhos de desempenho ao vivo no Sesc Pinheiros (zona oeste de São Paulo).
| Divulgação | ||
| "Parasitic", performance de Karolina Kucia, parte da programacao do festival Fin La! La! La! Finlandia-Brasil: Experimento Live Art. |
Neles são tratadas questões como o pós-industrialismo, a pena de morte, relacionamentos parasitários e o colapso.
Fruto de uma parceria entre artistas da Finlândia e do Brasil, o projeto ainda realiza uma mostra de vídeos no MAM, além de debate e encontro entre artistas (evento exclusivo para os participantes do curso de performance do MAM).
O projeto é apoiado pelo Frame Visual Art Finland, Theatre Academy of the University of the Arts Helsinki, a Embaixada da Finlândia no Brasil e a SP Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco.
Veja a programação completa abaixo.
9/8
16h30 - "Executed Stories" (Juha Valkeapää)
19h - "Life in Bytom" (Tero Nauha)
10/8
17h30 - "Parasitic" (Karolina Kucia)
19h30 - "Executed Stories"
11/8
16h - "Life in Bytom"
18h - "Parasitic"
17/8
15h - "Astronomer: experiment" (Nauha, Cássio Santiago, Valkeapää)
18/8
11h - "Perfect Shipwreck Tour" (Elisa Band, Kucia)
15h - "Perfect Shipwreck Tour" (Elisa Band, Kucia)
13/8
17h-22h - Mostra de vídeos "Performative Consequences and Affects": nova Performance Arte finlandesa em vídeo e Vídeo-arte das coleções do AV-arkki, the Distribution Centre for Finnish Media Art. Curadoria de Tero Nauha.
15/8
17h-18h - Conversa sobre performance art. Com Karolina Kucia, Tero Nauha, Juha Valkeapää, Elisa Band e Cássio Santiago.
18h30-22h "Performative Consequences and Affects"
sexta-feira, 22 de março de 2013
Noite, neblina... e Arte?
Trata-se do documentário "Noite e neblina", realizado por Alain Resnais em 1955, exatos dez anos após o final da Segunda Grande Guerra e o inclassificável Nazismo alemão. Esse vídeo me trouxe a genialidade desse diretor francês em se lançar numa produção cinematográfica de viés documental com uma subjetividade artística necessária: ao mesmo tempo que o filme pincela imagens e uma narração reflexiva, não somos poupados das imagens de horror que revelam dramas, histórias e fragilidades do ser - que mata, e que é morto.
O texto a seguir é uma reprodução do publicado na página do fantástico Imagens Históricas:
NOITE E NEBLINA. Direção: Alain Resnais, Texto do filme: Jean Cayrol, Música: Hanns Eisler, Narração: Michel Bouquet. França: Aurora DVD, 1955. 1 DVD. (31 min.), son., color./p.b, legendado, documentário.
O esquecimento de horrores passados promove o segundo assassínio das vítimas do Holocausto; essa é uma das premissas do filme feito pelo cineasta francês Alain Resnais. Uma década após o fim da Segunda Grande Guerra, o Comitê de História da Segunda Guerra Mundial pediu um documentário que narrasse os acontecimentos nos campos de concentração nazistas.
Dessa forma, o filme, cujo nome carrega a expressão surgida da chegada dos trens, durante a noite, sob forte neblina, em que muitas dessas noites, por falta ou excesso de nomenclatura, a SS nomeou os recém chegados apenas com: N N - Nacht und Nebel (Noite e Neblina) -, em seus 31 minutos promove o desafio da memória, buscando impedir que novas barbáries como o Holocausto voltem a acontecer. Afinal, segundo o cineasta, esse tipo de horror só sai de moda e, se esquecido, ele tende a voltar. O poeta francês Jean Cayrol, ex-prisioneiro do campo de Mauthausen, na Áustria, autor do texto presente no filme, também completou a obra capturando a atenção do espectador de forma quase poética.
Finalmente, Noite e Neblina é mais do que um registro histórico daquele período, sendo, também, o documentário possibilitará uma boa fonte de debate e um recurso contra a amnésia dos acontecimentos históricos.
Talita Lopes Cavalcante
Administração Imagens Históricas
Fosse pouco a descarga de realidade desse documentário, hoje me deparo com a seguinte entrevista em um grupo de discussão de educadores: "Entrevistei um daqueles gajos que nega o Holocausto".
A entrevista a seguir é uma reprodução da publicada em Vice/Cenas, por Jim Roberts:
O entrevistado a usar um lacinho.
O Charles Krafft é um artista plástico que tem andado nas notícias pelas piores razões: cerâmica nazi. O Charles faz bustos do Hitler, frascos de perfume com suásticas e pratos que ilustram bombardeamentos durante a Segunda Grande Guerra. Já lhe chamaram de tudo, claro: supremacista branco, nazi, negador do Holocausto, etc. Mas isto continua a ser arte. Certo?
Não é a primeira vez que um artista brinca com este tipo de simbolismo polémico de forma a abrir um diálogo fácil, e polarizado, sobre certos eventos contemporâneos, mas as alegadas ligações do Krafft a grupos de extrema-direita tornaram a sua obra em algo de genuinamente ofensivo para muitas pessoas. Quis conversar com ele para tentar descobrir se o Krafft é o Mel Gibson ou o Ali G do mundo da arte.
VICE: Como é que descreverias a arte que fazes?
Charles Krafft: Confrontacional e cómica. É uma comédia negra. Interessa-me a cerâmica não-funcional.
O que é que te atraiu originalmente para este ofício?
Olhando para outras peças não vês nenhum tipo de desafio, nenhuma referência à época em que vivemos. É como se fosse tudo do século XVIII: vaquinhas e moinhos. Quis actualizar a cerâmica, virar o conceito do prato do avesso. Pintar momentos que mudaram as nossas vidas.
Estou a ver.
Queria que tivessem o aspecto de peças que a tua avó pudesse ter em casa, mas que, ao mesmo tempo, arriscasse um duplo sentido. Comecei nos pratos, depois passei para armas e por aí fora.
Mas muito do teu trabalho tem uma certa conotação nacionalista, certo?
Sim, gosto do conceito de nacionalismo por oposição ao da globalização. Interessa-me o nacionalismo pré-Grande Guerra. Todo o nacionalismo pós-1945 foi diabolizado. Se leres literatura nacionalista pré-guerra vês que não é tão má como as pessoas dizem. Pretendo re-examinar a história dos movimentos intelectuais pré-1945. Havia muitos intelectuais de direita, hoje em dia são todos de esquerda.
Achas que a direita foi injustiçada, então? Presumo que sejas uma pessoa de direita.
Sim, julgo que sim. Foi diabolizada. Já não é possível ter uma visão imparcial. E não, sinto que estou para lá do paradigma. Não quero que me encaixem em nenhum dos lados. Mas sim, simpatizo com a direita. Acredito realmente que os comunistas estavam a tentar subverter este país, nos anos 50. O McCarthy foi muito criticado, mas tinha uma certa razão.
Mas as pessoas acusam-te de ser uma daquelas pessoas que nega a existência do Holocausto.
Estive num fórum online de extrema-direita e fiz um podcast para eles. Mas puseram palavras na minha boca. Sou da opinião que se deve re-examinar os dados que temos, mas é um tema demasiado tabu. Não entendo porquê, mas é. Há pelo menos um nazi, Valerian Trifa, cujo nome deveria ser limpo. Sou um protestante branco, é algo que herdei.
Portanto, és mais um revisionista do que um negador puro e duro?
Sou um protestante branco, é algo que herdei. Não devia haver tabus sobre nada. Algumas das provas históricas estão erradas, mas aparece sempre um judeu a queixar-se. A verdade deveria sobrepor-se sempre aos sentimentos das pessoas. Cresçam. Sei que isto é polémico, mas não sou um neo-nazi. Uso a imagética nazi de forma irónica, é um arquétipo do mal. A suástica é apenas mais um elemento da cultura popular.
E onde é que entram os teus bules do Charles Manson e do Hitler?
Ia fazer uma exposição no Reino Unido e pensei: bules. Os britânicos adoram chá.
E aquelas coisas feitas de esqueletos humanos?
Queria criar uma espécie de porcelana humana, uma maneira de imortalizar as pessoas. Pensei que pudesse ser comercializado, publiquei anúncios em revistas funerárias e tudo. Mas não tive muitos interessados. Os meus pais transformaram-se em fogo de artifício, depois de mortos, por isso pensei que pudesse haver outras pessoas interessadas em acabar num prato.
Pois, parece que não.
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Depois de uma surra dessas de questionamento, alguns educadores resgataram a Pergunta das perguntas em Arte ("Isso é ou não é Arte?"), e se existe alguma Ética na Arte, ou o famoso "limite". Também houve conclusões em que como muitos comediantes têm se excedido em suas micropostagens no Twitter e perderam a graça, o artista em questão acima 'perdeu a Arte', perdeu seu direito de ser admirado, estudado, comprado etc. E agora: quais ideias chegam até você, a partir de todas essas informações?
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Não se engane mais: Carnaval também é cultura
Tudo isso é uma fatiazinha de indústrias de profissionais, pesquisas e acabamentos inquestionáveis, e que apresentam trabalhos embasados, técnicos e bem executados! Nos vídeos do link a seguir, enquanto você confere algumas imagens, os jornalistas narram algumas curiosidades a respeito do trabalho realizado para tais resultados.
EDUCADORES AVESSOS OU NÃO AO CARNAVAL, fica a dica de planejamento! A escola de samba Rosas de Ouro apresentou um enredo riquíssimo de manifestações culturais ao redor do mundo, de todas as mais importantes e que assumem um papel muito parecido com o nosso Carnaval. A partir daqui, fala-se de carnaval, fala-se de culturas... Basta querer educar. Basta assumir a importância que esse feriado tem no nosso país.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Mostra, workshop e palestras na Galeria de Arte Digital SESI-SP da Avenida Paulista!
Serviço:
Inauguração do SP_Urban Digital Festival – 1ª edição
Dia 03/12/12, às 20h30
Local: Prédio da Fiesp/ Sesi-SP
Endereço: Av. Paulista, 1313, capital
Palestras e Workshops:
Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Informações e reservas para as palestras e workshop: (11) 3146-7383
Espaço Mezanino – Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon/Masp
Gratuito
Programação
De 04/12 a 31/12:
20h às 23h – obra de um artista específico*
23h à 01h – Antoine Schmitt ("City Sleep Light", obra de programação pulsante de acordo com dados diários da cidade)
01h às 06h – programação mista e randômica
De 04/12 a 08/12: VJ Spetto com a obra “Inter Freak Quência”;
09/12 a 13/12: Mar Canet & Varvara Guljajeva com a obra “O Ritmo de São Paulo”;
14/12 a 18/12: BijaRi com a obra “Metacidade”;
19/12 a 23/12: Esteban Gutierrez com a obra “Construcción de Idea (São Paulo – Bogotá)”;
23/12 a 27/12: Goma Oficina com a obra “Homo Ludens”;
28/12 a 31/12: todos.
Fonte: SESI-SP Notícias
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
PERSPECTIVAS DE MUNDOS.
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| Comunidade Moinho 16/11/2012. |
| Fim da tarde entrada da comunidade do Moinho.16/11/2012. |
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Utilidade pública: quando e onde acontece a 30ª Bienal pela cidade de São Paulo?
http://www.bienal.org.br/30bienal/pt/blog/Paginas/post.aspx?post=14&url=/FBSP/pt/Blog/
Bienal na Cidade
Além da exposição principal no Pavilhão da Bienal no Parque Ibirapuera, a 30ª Bienal de São Paulo - A iminência das poéticas também estará presente em outras instituições culturais na cidade de São Paulo. Confira abaixo as datas de abertura e programação nesses locais.
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Tudo em sua mente. Viagem em dois atos - Leandro Tartaglia
4 de setembro a 9 de dezembro
Em seu trabalho desenvolvido para a 30ª Bienal, o artista argentino Leandro Tartaglia desenvolveu uma viagem em dois atos que parte do Pavilhão da Bienal e será acompanhada por um áudio. No meio da viagem, o participante sai do carro em frente à Capela Morumbi, espaço que integra uma instalação sonora da artista Maryanne Amacher.
Duração total da viagem: 1 hora.
Distribuição de senhas no local 1h antes do evento
Horários: terça a sexta às 13h. Sábados e domingos às 15h.
Local de partida: saída do Pavilhão da Bienal
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Alexandre Navarro Moreira na Avenida Paulista
4 de setembro a 9 de dezembro
Ao longo da avenida, em displays de bancas de jornal.
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Jutta Koether e Benet Rossell no MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand)
4 de setembro a 9 de dezembro
MASP, Avenida Paulista, 1.578, Bela Vista, São Paulo.
T (11) 3251 5644
masp.art.br
Horários de funcionamento: terça a domingo das 11h às 18h (a bilheteria fecha às 17h30), quintas das 11h às 20h (a bilheteria fecha às 19h30)
No dia 4/9, os convidados para a abertura da Bienal irão receber (até 15h) pulseiras que dão acesso gratuito ao Masp até 9/9
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Charlotte Posenenske na Estação da Luz
4 de setembro a 9 de dezembro
Estação da Luz
Fechada das 00h às 5h.
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Maryanne Amacher na Capela do Morumbi
5 de setembro a 9 de dezembro
Abertura: 5 de setembro às 10h
Capela do Morumbi, Avenida Morumbi, 5.387, Morumbi, São Paulo.
T (11) 3772 4301
www.museudacidade.sp.gov.br/
Horários de funcionamento: terça a domingo das 9h às 17h
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Hugo Canoilas na Casa do Bandeirante
5 de setembro a 9 de dezembro
Abertura: 5 de setembro às 15h
Casa do Bandeirante, Praça Monteiro Lobato, s/n, Butantã, São Paulo.
T (11) 3031 0920
www.museudacidade.sp.gov.br/
Horários de funcionamento: terça a domingo das 9h às 17h
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José Arnauld-Bello, Robert Smithson e Xu Bing no Museu de Arte Brasileira da FAAP
6 de setembro a 4 de novembro
Abertura: 5 de setembro das 16h às 18h.
Museu de Arte Brasileira da FAAP,
Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo.
T (11) 3662 7198
www.faap.br/museu
Horários de funcionamento: terça a sexta das 10h às 20h (a bilheteria fecha às 19h) – sábados, domingos e feriados: 13h às 18h (a bilheteria fecha às 17h). Fechado às segundas, inclusive quando feriado.
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Sergei Tcherepnin com Ei Arakawa na Casa Modernista
5 de setembro a 9 de dezembro
Abertura: 5 de setembro às 18h
Casa Modernista,
Rua Santa Cruz, 325, Vila Mariana, São Paulo.
T (11) 5083 3232.
www.museudacidade.sp.gov.br/
Horários de funcionamento: terça a domingo das 9h às 17h
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Bruno Munari no Instituto Tomie Ohtake
3 de outubro a 18 de novembro
Abertura: 2 de outubro às 20h
Instituto Tomie Ohtake,
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201, entrada pela R. Coropés, Pinheiros, São Paulo.
T (11) 2245 1900
www.institutotomieohtake.org.br
Horários de funcionamento: terça a domingo das 11h às 20h
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Acesse www.30bienal.org.br para obter a programação completa da 30ª Bienal de São Paulo e a das instituições que compõem o Pólo de Arte Contemporânea.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Equipe de restauradores estudará nesta segunda-feira "Ecce Homo" espanhol
Foi notícia e piada, durante a semana passada, a 'restauração' de um afresco do século XIX em uma igreja espanhola feita por uma moradora de mais de 80 anos da região. Com boa vontade, a senhora modificou completamente o aspecto da pintura. A restauradora caiu de cama com a projeção global do seu trabalho, digamos assim, mal-sucedido!
Ontem a noite, como já era de se esperar, notificaram que uma equipe de restauradores foi solicitada para estudar o que de fato foi feito na pintura e como proceder futuramente. A questão é que o prefeito da cidade e dos solícitos moradores e amigos da senhorinha acreditam que é melhor deixar a obra como está! Por que? Porque o caso elevou o turismo na região e também seria uma forma de reconhecer o esforço pictórico de Cecilia Giménez.
Desde o início, não tive dúvidas de que uma restauração seria feita para apagar a piada acidental. Mas esqueci de cogitar o senso de humor humano, sempre surpreendente. Eu penso 'como deixar pra trás um trabalho exímio, épico, um registro histórico imagético?!'. E tive que pensar também 'como não reconhecer esse erro de restauração como uma espécie de registro antropológico do local, do povo que ali habita e de como se relacionam com esse mundinho? Por que apagar algo do nosso tempo, que nós soubemos tão de perto e pode ficar pra posteridade, como a arte rupestre??'.
A pintura devidamente restaurada e sua versão mais atual já estão em um banco de dados infinito e que levará o caso para milhares de instituições que trabalham com restauro, ou simplesmente a casa de curiosos artistas, admiradores, internautas sedentos por piadelas... A obra, o restauro e/ou a piada já não são mais apenas de uma parede em uma Espanha provinciana.
E até que não é má ideia deixar Cecilia Giménez eternizada nesse afresco, pra lembrarmos que na casa do Senhor também é permitido rir.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Nascimento do filho da artista como performance

Intencionalmente durante uma exposição de arte conceitual, a artista Marni Kotak deu à luz a um bebê, "The Birth of Baby X" é o nome de sua obra.
Uma obra de teatro conceitual de Marni Kotak?
Fonte: Arteducação Online
Veja outras imagens deste trabalho de Marni Kotak na página da exposição AQUI.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Observar obras de arte proporciona mesmo prazer de estar apaixonado, revela pesquisa
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Observar obras de arte proporciona mesmo prazer de estar apaixonado, revela pesquisa
Fonte: O Globo http://glo.bo/jmrwZO
O papel do educador diante da agressividade, violência e comportamento anti-social
| Christiane D’Angelo Fernandes e Maria Fernanda Souza*
Diversas são as causas destes problemas, entre elas: frágeis referências morais, distorção de valores, questões familiares (dificuldades no estabelecimento de limites, regras, dinâmica familiar comprometida, violência doméstica etc.), problemas culturais, barreiras sócio-econômicas, conflitos emocionais do próprio educando, problemas de saúde mental do educando e/ou de familiares, comprometimento cognitivo ou dificuldades de aprendizagem. As “armas” do professor Na prática, o educador dispõe de alguns recursos importantes. O fortalecimento emocional e profissional garantem melhores possibilidades em sua atuação diária. Seu auto-conhecimento promoverá um melhor controle de situações de conflito. Neste processo, uma importante estratégia é a de potencializar sua capacidade em motivar seu aluno e despertar seu interesse pela busca do saber, oferecendo novas possibilidades de adquirir conhecimento e superar barreiras.
Ajudar o aluno a potencializar seus recursos internos, valorizar qualquer possibilidade de esforço ou conquista, promover o diálogo e buscar ajuda externa, quando a situação demonstra sinais de agravamento, são algumas das ferramentas que o educador dispõe. Além disso, o professor pode gerar uma reflexão entre os alunos sobre as questões que envolvem comportamentos, conflitos e atitudes inadequadas, possibilitando o envolvimento dos jovens na construção de soluções. Faz parte da missão do educador e da instituição de ensino garantir às possíveis vítimas de atitudes agressivas o suporte necessário para a solução de problemas.
*Christiane D’Angelo Fernandes é educadora, coach e diretora-executiva do SINAL – Socialização da Infância e Adolescência Laborada; Maria Fernanda Souza é Pedagoga e Psicomotricista do SINAL Fonte: Portal Pró-Menino (http://migre.me/4uuef) |
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O gargalo do Ensino Superior no Brasil
A alta evasão, causada principalmente pela falta de recursos, emperra o desenvolvimento do País, diz Oscar Hipólito. A Fernando Vives. Foto: Masao Goto Filho
A evasão de estudantes do Ensino Superior é um dos principais problemas da educação brasileira e causou um prejuízo estimado em 9 bilhões de reais na economia do País somente em 2009. Esses são alguns dos dados analisados pelo pesquisador Oscar Hipólito, ligado ao Instituto Lobo, por meio do Censo que o Ministério da Educação (MEC) realiza anualmente com as instituições de Ensino Superior no Brasil.
Segundo os números do MEC, 896.455 estudantes abandonaram a universidade entre 2008 e 2009, o que representa 20,9% dos alunos no Ensino Superior no momento, em média – ou seja, um em cada cinco alunos. Esse número já foi maior, mas ainda está muito além do que preza um bom projeto de Ensino Superior nacional. “Toda a macroeconomia é afetada com isso, pois não tem gente formada para movimentar o sistema. Com isso, acarreta a falta de desenvolvimento científico e tecnológico, e sem tecnologia própria você não tem um país desenvolvido”, diz Hipólito.
Formado em Física pela Unesp, Oscar Hipólito fez doutorado na USP de São Carlos e pós-doutorado na Universidade de San Diego, Estados Unidos. Chegou a ser chefe do Departamento de Física da própria USP e há dez anos juntou-se ao Instituto Lobo, uma instituição sem fins lucrativos que visa coletar e analisar dados sobre a educação do Brasil.
A partir da questão da evasão escolar no Brasil, Carta na Escola conversou- com Oscar Hipólito sobre o aumento da participação das classes C e D no Ensino Superior, países que são exemplos de combate à desistência e sobre o gargalo do financiamento estudantil.
Gente, vamos levar o país à sério ou vamos brincar de faz-de-conta?
Clique no link e leia http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-gargalo-do-ensino-superior-brasileiro.
Você pode ajudar a mudar esta realidade!
Não deixe de comentar, querendo ou não, vc faz parte disso e sua vida é afetada por isso...
terça-feira, 26 de abril de 2011
Quem quer ser professor?
Baixos salários, desvalorização e falta de plano de carreira afastam as novas gerações da profissão docente. Mas há quem não desista. Por Tory Oliveira. Foto: Masao Goto Filho
Você é louca!” “É tão inteligente, sempre gostou de estudar, por que desperdiçar tudo com essa carreira?” Ligia Reis (foto a dir.), de 23 anos, ouviu essas e outras exclamações quando decidiu prestar vestibular para Letras, alimentada pela ideia de se tornar professora na Educação Básica. Nas conversas com colegas mais velhos de estágio, no curso de História, Isaías de Carvalho, de 29 anos, também era recebido com comentários jocosos. “Vai ser professor? Que coragem!” Estudante de um colégio de classe média alta em São Paulo, Ana Sordi (foto a esq.), de 18 anos, foi a única estudante de seu ano a prestar vestibular para Pedagogia. E também ouviu: “Você vai ser pobre, não vai ter dinheiro”. Apesar das críticas, conselhos e reclamações, Ligia, Isaías e Ana não desistiram. No quinto ano de Letras na USP, Ligia hoje trabalha como professora substituta em uma escola pública de São Paulo. Formado em História pela Unesp e no quarto ano de Pedagogia, Isaías é professor na rede estadual na cidade de São Paulo. No segundo ano de Pedagogia na USP, Ana acompanha duas vezes por semana os alunos do segundo ano na Escola Viva.
Quando os três falam da profissão, é com entusiasmo. Pelo que indicam as estatísticas, Ligia, Isaías e Ana fazem parte de uma minoria. Historicamente pressionados por salários baixos, condições adversas de trabalho e sem um plano de carreira efetivo, cursos de Pedagogia e Licenciatura – como Português ou Matemática – são cada vez menos procurados por jovens recém-saídos do Ensino Médio. Em sete anos, nos cursos de formação em Educação Básica, o núsmero de matriculados caiu 58%, ao passar de 101.276 para 42.441.
Atrair novas gerações para a carreira de professor está se firmando como um dos maiores desafios a ser enfrentado pela Educação no Brasil. Não por acaso, a valorização do educador é uma das principais metas do novo Plano Nacional de Educação. Uma olhadela na história da educação mostra que não é de hoje que a figura do professor é institucionalmente desvalorizada. “Há textos de governadores de província do século XIX que já falavam que ia ser professor aquele que não sabia ser outra coisa”, explica Bernardete Gatti, da Fundação Carlos Chagas, coordenadora da pesquisa Professores do Brasil: Impasses e desafios. No entanto, entre as décadas de 1930 e 1950, a figura do professor passou a ter um valor social maior. Tal perspectiva, porém, modificou-se novamente a partir da expansão do sistema de ensino no Brasil, que deixou de atender apenas a elite e passou a buscar uma universalização da educação. Desordenada, a expansão acabou aligeirando a formação do professor, recrutando muitos docentes leigos e achatando brutalmente os salários da categoria como um todo.
Íntegra no site página da matéria em Carta Capital:
http://www.cartacapital.com.br/carta-na-escola/quem-quer-ser-professor
terça-feira, 1 de junho de 2010
"Bienal celebra arte e política em 2010" - via Último Segundo
A Jennifer me mandou o link dessa notícia há alguns minutos! Vale a pena ler, dá uma panorâmica sobre a coletiva dessa manhã, além de roteirizar o final feliz dos pichadores da 28ª.
http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/bienal+celebra+arte+e+politica+em+2010/n1237650121737.html
A lista oficial de artistas da 29ª BSP
Confira a lista no site da fundação:
http://fbsp.org.br/29_bienal_participantes.html
Durante a coletiva, que foi transmitida on-line - mas eu não consegui acompanhar! -, o twitter da Bienal listou as melhores citações dos curadores Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos.
Veja algumas das falas dos curadores:
twitter.com/bienalsaopaulo
E você já foi a alguma Bienal de Arte de São Paulo, no Ibirapuera? Conheça um pouco dos conceitos que formulam a Bienal desse ano, nesses vídeos muito informativos do Youtube da Bienal:
youtube.com/bienalsp
E é isso, pessoal... Como educador em formação da Bienal desse ano, hehe, vou bombardeando o blog de informações sobre esse evento de importância mundial pra arte contemporânea. Em breve!!!



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