Mostrando postagens com marcador Artes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artes. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de agosto de 2013

Artistas da Finlândia fazem performances em SP; veja programação

Matéria do Guia Folha (veja aqui)

A performance artística finlandesa é o foco da mostra "Fin La! La! La!", que a partir desta sexta-feira (dia 9) exibirá cinco trabalhos de desempenho ao vivo no Sesc Pinheiros (zona oeste de São Paulo).

Divulgação
"Parasitic", performance de Karolina Kucia, parte da programacao do festival Fin La! La! La! Finlandia-Brasil: Experimento Live Art.
"Parasitic", performance de Karolina Kucia, parte da programacao do festival Fin La! La! La! Finlandia-Brasil: Experimento Live Art.

Neles são tratadas questões como o pós-industrialismo, a pena de morte, relacionamentos parasitários e o colapso.
Fruto de uma parceria entre artistas da Finlândia e do Brasil, o projeto ainda realiza uma mostra de vídeos no MAM, além de debate e encontro entre artistas (evento exclusivo para os participantes do curso de performance do MAM).
O projeto é apoiado pelo Frame Visual Art Finland, Theatre Academy of the University of the Arts Helsinki, a Embaixada da Finlândia no Brasil e a SP Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco.
Veja a programação completa abaixo.
Sesc Pinheiros - r. Paes Leme, 195, Pinheiros, tel. 3095-9400. Executed Stories, 135 min., sex.: 16h30. Sáb.: 19h30. Life in Bytom, 90 min., sex.: 19h. Dom.: 16h. Parasitic, 60 min., sáb.: 17h30. Dom.: 18h. CC: AE, Au, D, M e V. GRÁTIS
MAM - av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, Pq. Ibirapuera, tel. 5085-1300. Ter.: 17h às 22h. Qui.: 17h às 18h e 18h30 às 22h. Até 15/8. GRÁTIS


PERFORMANCES - SESC PINHEIROS
9/8
16h30 - "Executed Stories" (Juha Valkeapää)
19h - "Life in Bytom" (Tero Nauha)
10/8
17h30 - "Parasitic" (Karolina Kucia)
19h30 - "Executed Stories"
11/8
16h - "Life in Bytom"
18h - "Parasitic"
17/8
15h - "Astronomer: experiment" (Nauha, Cássio Santiago, Valkeapää)
18/8
11h - "Perfect Shipwreck Tour" (Elisa Band, Kucia)
15h - "Perfect Shipwreck Tour" (Elisa Band, Kucia)
-
MAM
13/8
17h-22h - Mostra de vídeos "Performative Consequences and Affects": nova Performance Arte finlandesa em vídeo e Vídeo-arte das coleções do AV-arkki, the Distribution Centre for Finnish Media Art. Curadoria de Tero Nauha.
15/8
17h-18h - Conversa sobre performance art. Com Karolina Kucia, Tero Nauha, Juha Valkeapää, Elisa Band e Cássio Santiago.
18h30-22h "Performative Consequences and Affects"

 CLIQUE PARA AMPLIAR A IMAGEM

sábado, 13 de julho de 2013

domingo, 21 de abril de 2013

Ida e volta das primeiras atrizes hollywoodianas no MuBE


Leda Abuhab / Reprodução de mube.art.br

Esta pequena exposição, no MuBE até 28 de abril (próximo domingo, corre!), traz uma interessante e extensa reflexão sobre os fatos e efeitos nus e crus do momento mais glamuroso de Hollywood, quando o valor de uma estrela de cinema contrastava muito com o valor da mulher na sociedade - e poucos centímetros atrás das câmeras já era 'sociedade' o bastante. Olhando cada uma das molduras com suas "mensagens fotográficas", começamos a pensar: o que aconteceu com essas mulheres? O que essas marcas estranhas significam sobre uma imagem tão bela e moldada?

Se você é boa/bom em fisionomia, pode se arriscar a buscar os rostos nos quadros dentro do catálogo na entrada da exposição, e pode até descobrir suas histórias se for boa/bom de inglês... E assim, o mistério dessas mulheres e/ou estrelas continua, dando-nos apenas uns poucos segundos de suas existências no vídeo projetado em sala escura, ou nos filmes em que figuraram e de propósito ou por acaso passarão diante de nossos olhos depois de visitar a mostra.

sábado, 20 de abril de 2013

PÉTALA POR PÉTALA - A VIDA INSPIRA A ARTE

Cálamo: Novos Experimentos

SESC Interlagos
Dia 21/04
Domingo, às 15h30.
+ info aqui.

A In Saio Cia de Arte desenvolve uma nova relação de aproximação com o espaço e o público, buscando composições de acordo com cada local, de modo que o trabalho ganhe características de site especifico. A obra acontece, portanto, numa fusão entre coreografia e jogo: O corpo se reorganiza a partir do espaço, e a cena ganha dinâmicas viva, uma vez que depende diretamente da interação com o público.


Fonte: website SESC-SP

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O MASP está acontecendo! Passa lá!


Aproveitei a terça-feira [16] gratuita do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand para visitar sua exposição temporária "O Triunfo do detalhe - Os mestres antigos: o retrato". Apesar de não estar em um dia muito animado por pinturas emparedadas, a surpresa foi muito boa. Assim como a mostra dedicada a Caravaggio, no ano passado, encontra-se uma seleção modesta, porém muito proveitosa de obras.
De frente para a galeria da exposição, observa-se uma seta branca "à direita" em uma parede azul, sugerindo um percurso. E posso dizer que a sugestão é muito conveniente e nos convence de que ali existe um enredo curatorial para destrinchar. Os textos colaboram com a apreciação histórica das obras e criam um relação bem-humorada entre as pinturas. E fique atento: a famosa "fenda" na parede central da galeria guarda uma paisagem interessante dentro da mostra!

"Papéis estrangeiros": dezenas de gravuras apaixonantes de Edgar Chahine!

No segundo piso, encontramos as 3 exposições "fixas", ou sem previsão de encerramento: Papéis estrangeiros, Deuses e Madonas e Romantismo. Quem visitou o museu nos últimos anos pode apreciar essas exposições que podem lhe roubar um dia inteiro, o que seria muito exaustivo! Recomenda-se ir com calma e apreciar uma exposição a cada terça-feira. Além dos trabalhos que se revelam a nós em cada visita, a exposição Deuses e Madonas se movimenta ao longo do ano, trazendo novos arranjos e novos percursos no seu espaço.

Infelizmente, perdi Obsessões da forma, mostra dedicada ao acervo escultórico do MASP. Provavelmente fica no subsolo. Além de não encontrar facilmente, eu já estava detonado pela densa viagem de dois andares de 700 anos de Arte! Os detalhes das mostras no museu estão aqui.

Você acha que acabou? Que o MASP é só artes plásticas?

Na calada do museu, às segundas-feiras [19h30], o projeto Letras em Cena traz grandes atores nacionais para o auditório do MASP em leituras dramáticas (os atores se sentam e fazem uma leitura do texto; é como ouvir rádio, exceto pela visão dos atores em seu serviço de concentração). Posso garantir que leituras dramáticas são uma ótima opção para os sedentos por Arte e admiradores do teatro. E o melhor: é grátis. A programação de leituras e a reserva de lugares pode ser feita aqui no site do projeto, basta ir em Programação e clicar em "Faça sua reserva" na página do evento desejado.

E ainda tem a montagem da peça "Camille e Rodin", de Franz Keppel, aos fins de semana. Por sorte, a peça teve sua temporada prorrogada em 2013 até 26 de maio, com ingressos por até $20 às sextas-feiras! Eu vou lá, com certeza. O melhor é comprar na bilheteria, pela Rede sempre tem taxa de conveniência... 



E é isso. MASP é MASP, muita gente conhece, mas sempre vale a pena deixar a dica pra quem passa em frente ao suntuoso edifício, não sabe o que ele oferece e perde a chance de conferir programação de qualidade sazonalmente gratuita ou popular.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Noite, neblina... e Arte?

Como postagem feita por mim no Facebook, "Eu não conhecia esse documentário até ontem a noite. Imagens fortíssimas dos campos de concentração, mas um relato necessário para quem precisa de doses sazonais desse genocídio, em busca de respostas sobre nosso mundo."

Trata-se do documentário "Noite e neblina", realizado por Alain Resnais em 1955, exatos dez anos após o final da Segunda Grande Guerra e o inclassificável Nazismo alemão. Esse vídeo me trouxe a genialidade desse diretor francês em se lançar numa produção cinematográfica de viés documental com uma subjetividade artística necessária: ao mesmo tempo que o filme pincela imagens e uma narração reflexiva, não somos poupados das imagens de horror que revelam dramas, histórias e fragilidades do ser - que mata, e que é morto.




O texto a seguir é uma reprodução do publicado na página do fantástico Imagens Históricas:

NOITE E NEBLINA. Direção: Alain Resnais, Texto do filme: Jean Cayrol, Música: Hanns Eisler, Narração: Michel Bouquet. França: Aurora DVD, 1955. 1 DVD. (31 min.), son., color./p.b, legendado, documentário.


O esquecimento de horrores passados promove o segundo assassínio das vítimas do Holocausto; essa é uma das premissas do filme feito pelo cineasta francês Alain Resnais. Uma década após o fim da Segunda Grande Guerra, o Comitê de História da Segunda Guerra Mundial pediu um documentário que narrasse os acontecimentos nos campos de concentração nazistas.

Dessa forma, o filme, cujo nome carrega a expressão surgida da chegada dos trens, durante a noite, sob forte neblina, em que muitas dessas noites, por falta ou excesso de nomenclatura, a SS nomeou os recém chegados apenas com: N N - Nacht und Nebel (Noite e Neblina) -, em seus 31 minutos promove o desafio da memória, buscando impedir que novas barbáries como o Holocausto voltem a acontecer. Afinal, segundo o cineasta, esse tipo de horror só sai de moda e, se esquecido, ele tende a voltar. O poeta francês Jean Cayrol, ex-prisioneiro do campo de Mauthausen, na Áustria, autor do texto presente no filme, também completou a obra capturando a atenção do espectador de forma quase poética.

Finalmente, Noite e Neblina é mais do que um registro histórico daquele período, sendo, também, o documentário possibilitará uma boa fonte de debate e um recurso contra a amnésia dos acontecimentos históricos.

Talita Lopes Cavalcante

Administração Imagens Históricas


Fosse pouco a descarga de realidade desse documentário, hoje me deparo com a seguinte entrevista em um grupo de discussão de educadores: "Entrevistei um daqueles gajos que nega o Holocausto".

A entrevista a seguir é uma reprodução da publicada em Vice/Cenas, por Jim Roberts:


O entrevistado a usar um lacinho.

O Charles Krafft é um artista plástico que tem andado nas notícias pelas piores razões: cerâmica nazi. O Charles faz bustos do Hitler, frascos de perfume com suásticas e pratos que ilustram bombardeamentos durante a Segunda Grande Guerra. Já lhe chamaram de tudo, claro: supremacista branco, nazi, negador do Holocausto, etc. Mas isto continua a ser arte. Certo?

Não é a primeira vez que um artista brinca com este tipo de simbolismo polémico de forma a abrir um diálogo fácil, e polarizado, sobre certos eventos contemporâneos, mas as alegadas ligações do Krafft a grupos de extrema-direita tornaram a sua obra em algo de genuinamente ofensivo para muitas pessoas. Quis conversar com ele para tentar descobrir se o Krafft é o Mel Gibson ou o Ali G do mundo da arte.



VICE: Como é que descreverias a arte que fazes?
Charles Krafft:
 Confrontacional e cómica. É uma comédia negra. Interessa-me a cerâmica não-funcional.

O que é que te atraiu originalmente para este ofício?
Olhando para outras peças não vês nenhum tipo de desafio, nenhuma referência à época em que vivemos. É como se fosse tudo do século XVIII: vaquinhas e moinhos. Quis actualizar a cerâmica, virar o conceito do prato do avesso. Pintar momentos que mudaram as nossas vidas.

Estou a ver.
Queria que tivessem o aspecto de peças que a tua avó pudesse ter em casa, mas que, ao mesmo tempo, arriscasse um duplo sentido. Comecei nos pratos, depois passei para armas e por aí fora.

Mas muito do teu trabalho tem uma certa conotação nacionalista, certo?
Sim, gosto do conceito de nacionalismo por oposição ao da globalização. Interessa-me o nacionalismo pré-Grande Guerra. Todo o nacionalismo pós-1945 foi diabolizado. Se leres literatura nacionalista pré-guerra vês que não é tão má como as pessoas dizem. Pretendo re-examinar a história dos movimentos intelectuais pré-1945. Havia muitos intelectuais de direita, hoje em dia são todos de esquerda.







Achas que a direita foi injustiçada, então? Presumo que sejas uma pessoa de direita.
Sim, julgo que sim. Foi diabolizada. Já não é possível ter uma visão imparcial. E não, sinto que estou para lá do paradigma. Não quero que me encaixem em nenhum dos lados. Mas sim, simpatizo com a direita. Acredito realmente que os comunistas estavam a tentar subverter este país, nos anos 50. O McCarthy foi muito criticado, mas tinha uma certa razão.

Mas as pessoas acusam-te de ser uma daquelas pessoas que nega a existência do Holocausto.
Estive num fórum online de extrema-direita e fiz um podcast para eles. Mas puseram palavras na minha boca. Sou da opinião que se deve re-examinar os dados que temos, mas é um tema demasiado tabu. Não entendo porquê, mas é. Há pelo menos um nazi, Valerian Trifa, cujo nome deveria ser limpo. Sou um protestante branco, é algo que herdei.

Portanto, és mais um revisionista do que um negador puro e duro?
Sou um protestante branco, é algo que herdei. Não devia haver tabus sobre nada. Algumas das provas históricas estão erradas, mas aparece sempre um judeu a queixar-se. A verdade deveria sobrepor-se sempre aos sentimentos das pessoas. Cresçam. Sei que isto é polémico, mas não sou um neo-nazi. Uso a imagética nazi de forma irónica, é um arquétipo do mal. A suástica é apenas mais um elemento da cultura popular.

E onde é que entram os teus bules do Charles Manson e do Hitler?
Ia fazer uma exposição no Reino Unido e pensei: bules. Os britânicos adoram chá.

E aquelas coisas feitas de esqueletos humanos?
Queria criar uma espécie de porcelana humana, uma maneira de imortalizar as pessoas. Pensei que pudesse ser comercializado, publiquei anúncios em revistas funerárias e tudo. Mas não tive muitos interessados. Os meus pais transformaram-se em fogo de artifício, depois de mortos, por isso pensei que pudesse haver outras pessoas interessadas em acabar num prato.

Pois, parece que não.
--


Depois de uma surra dessas de questionamento, alguns educadores resgataram a Pergunta das perguntas em Arte ("Isso é ou não é Arte?"), e se existe alguma Ética na Arte, ou o famoso "limite". Também houve conclusões em que como muitos comediantes têm se excedido em suas micropostagens no Twitter e perderam a graça, o artista em questão acima 'perdeu a Arte', perdeu seu direito de ser admirado, estudado, comprado etc. E agora: quais ideias chegam até você, a partir de todas essas informações?

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

10/12: 1ª Palestra do Forum dos Professores do MuBE



Museu Brasileiro da Escultura  
Avenida Europa, 218 - São Paulo - Brasil
11 2594-2601 - mube@mube.art.br




PALESTRA ABERTA
 "ARTE E MERCADO "
com CIRTON GENARO

Primeira palestra do Forum de Professores do MuBE:


DATA: 10/12/2012
(SEGUNDA-FEIRA)
HORÁRIO: 19HORAS
DURAÇÃO 2 HORAS
LOCAL: SALA DE AULA do MuBE

Vagas  limitas – 40 lugares

Conteúdo:

- QUALIDADE, VALOR E SIGNIFICADO DA OBRA DE ARTE
- CONSTÂNCIA E VARIÁVEIS NA PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO
- CUSTO DA PRODUÇÃO?
- CUSTO DA DISTRIBUIÇÃO

PALESTRANTE:
CIRTON GENARO É  ARTISTA PLÁSTICO E PROFESSOR DE PINTURA E DESENHO NO MuBE  

apoio

    
apoio institucional


    

     


Entrada também pela Rua Alemanha, 221

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Mostra, workshop e palestras na Galeria de Arte Digital SESI-SP da Avenida Paulista!


São Paulo ganha primeira galeria de arte digital a céu aberto da América Latina
Inauguração acontece no dia 3 de dezembro, às 20h30. A Galeria de Arte Digital do Sesi-SP é um presente da Fiesp e da indústria paulista à cidade, e será permanente
Assessoria de imprensa / Foto: Luciano Bohomo

O prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), um dos principais cartões postais paulistanos, será transformado em um espaço inédito e permanente de arte digital para exibição de obras visuais a céu aberto.
A partir desta segunda-feira (03/12), às 20h30, quando as luzes forem ligadas, a fachada e as laterais do prédio passam a exibir a primeira galeria de arte digital da América Latina: a Galeria de Arte Digital do Sesi-SP.
Com 26.241 mil clusters, cada um formado por quatro lâmpada de LED, instalados em 3.700 m² da estrutura metálica que reveste o prédio da Fiesp, o novo espaço cultural transmitirá até 4,3 bilhões de combinações de cores. A inauguração é também a primeira edição do SP_Urban Digital Festival, com curadoria da brasileira Marília Pasculli e da alemã Susa Pop.

Serviço:
 

Inauguração do SP_Urban Digital Festival – 1ª edição
Dia 03/12/12, às 20h30
Local: Prédio da Fiesp/ Sesi-SP
Endereço: Av. Paulista, 1313, capital

Palestras e Workshops:
Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Informações e reservas para as palestras e workshop: (11) 3146-7383
Espaço Mezanino – Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon/Masp
Gratuito

Programação
De 04/12 a 31/12:
20h às 23h – obra de um artista específico*
23h à 01h – Antoine Schmitt ("City Sleep Light", obra de programação pulsante de acordo com dados diários da cidade)
01h às 06h – programação mista e randômica

De 04/12 a 08/12: VJ Spetto com a obra “Inter Freak Quência”;
09/12 a 13/12: Mar Canet & Varvara Guljajeva com a obra “O Ritmo de São Paulo”;
14/12 a 18/12: BijaRi com a obra “Metacidade”;
19/12 a 23/12: Esteban Gutierrez com a obra “Construcción de Idea (São Paulo – Bogotá)”;
23/12 a 27/12: Goma Oficina com a obra “Homo Ludens”;
28/12 a 31/12: todos.
(clique na imagem para aumentá-la)
 

domingo, 30 de setembro de 2012

Download de filme: Di Cavalcanti (1977)

O download do filme abaixo está disponível no site O Melhor da Telona.



Sinopse: "Di Cavalcanti Di Glauber", ou "Ninguém Assistiu ao Formidável Enterro de Sua Última Quimera; Somente a Ingratidão, Essa Pantera, Foi Sua Companheira Inseparável", é uma curta polêmica, quando o pintor brasileiro Emiliano Di Cavalcanti morreu, Glauber Rocha foi ao funeral com uma câmera na mão e uma idéia (discutível) na cabeça. Glauber filmou o enterro, o corpo no caixão, enquanto a família de Di, aos berros, pedia para ele ir embora. Ao fundo, tocava o samba-funk "Umbabarauma, Homem Gol", na voz de Jorge Ben Jor. Premiado no festival de Cannes, mais tarde o filme foi proibido pela justiça brasileira, a pedido dos familiares de Di, alegando que Glauber desrespeitou o funeral e transformou aquele momento sagrado num carnaval. Fonte: Filmow

Unidos pelo toque


Fazendo uma ligação com a postagem anterior:

A maioria das pessoas que estão nessas fotos não se conhecem. São estranhos que aceitaram posar para as lentes do fotógrafo americano Richard Rinaldi e só se conheceram na hora do clique.
É possível observar nessas fotos, a forma como as pessoas reagem ao tocar em alguém que nunca tinham visto antes. Há uma certa estranheza e até mesmo rejeição entre essa pessoas.
Realmente é curioso!!!!

Obs.: Essa reportagem foi divulgada pela revista "Vida Simples", pela editora Abril, edição de numero 104, no mês de abril de 2011. 

















































Fonte: 365 Dias que Acalmaram o Mundo